Gestão de equipes de campo é um dos principais desafios para crescimento do setor de Telecom

Tecnologia entra como fator transformador no gerenciamento da força de trabalho externa para otimização de processos, economia de recursos e satisfação de clientes

De acordo com a consultoria especializada IDC Brasil, o mercado de telecomunicações deverá fechar 2018 praticamente estável na comparação com o ano passado, registrando uma leve baixa de 0,1%. Analistas, entretanto, acreditam em uma retomada do setor, dado que o crescimento do Brasil puxa, consequentemente, maior demanda por infraestrutura e serviços. Apontam, ainda, que a gestão de equipes externas é um dos principais desafios para a melhoria de resultados, o que vem sendo modificado com o uso recursos tecnológicos.

Os números do setor em 2017 dão uma ideia da importância deste movimento. No período, segundo a Telebrasil, o investimento total foi de R$ 28 bilhões, somando R$ 452 desde a privatização da área de telecomunicações. A receita bruta ultrapassou R$ 233 bilhões (3,6% do PIB) e o número de empregos diretos chegou a 488 mil. Já a Teleco informa que o ano passado fechou com 236,5 milhões de celulares; 40,8 milhões de telefones fixos; 28,7 milhões de assinantes de banda larga e 18 milhões de TV por assinatura.

Para o atendimento de todas estas divisões, a equipe de campo é uma peça vital, da garantia do funcionamento de torres isoladas ao atendimento nas residências e empresas. A qualidade e efetividade, contudo, podem ser ameaçadas pela falta de controle, padronização e desencontro de informações. Estudos que consideram diversos mercados da América Latina apontam que os brasileiros desconfiam dos serviços de telecomunicações, sendo que a atenção do pessoal especializado está entre os principais motivos. É aí que a tecnologia entra como fator transformador.

Hoje, plataformas permitem a chamada “gestão inteligente”, potencializando economia e a otimização de processos. O Auvo, considerado a ferramenta de gestão de equipes externas mais avançada do Brasil, ganha destaque por oferecer recursos que atendem as principais dores do setor de serviços com um grande diferencial: informações em tempo real. Com o software, o gestor acompanha na tela tudo o que acontece em campo e tem, de forma muito visual, todas as métricas para uma rápida tomada de decisão.

“O Auvo nasceu das necessidades observadas enquanto eu e meus sócios éramos gestores de equipes externas de grandes empresas. Já estivemos no lado do cliente e sabemos exatamente o que é preciso para aumentar a produtividade, reduzir problemas, bater metas e atingir um maior nível de satisfação”, explica Gabriel Rodrigues, CEO da Auvo.

Recursos tecnológicos para gestão de equipes externas

O Auvo traz diversas funcionalidades que atendem o setor de serviços e empresas de Telecom com precisão. Entre elas, check-in e check-out automático que identifica a chegada e a saída dos colaboradores via GPS; localização em tempo real para monitoramento do colaborador no horário de trabalho; sistema on-line de ordem de Serviço; roteirização das atividades para cálculo automático da melhor rota para o colaborador com base em distância, prioridade e produtividade, cálculo de reembolso de quilometragem e automatização do reembolso de despesas; relatórios de atividades com fotos e assinatura digital via aplicativo para conclusão das tarefas.

Outros dois pontos de destaque são o uso de palavras-chaves com código de equipamentos, o que ajuda a monitorar quantos foram trocados ou quais receberam suporte, e o envio da Ordem de Serviço por e-mail para o cliente, uma segurança por conter todo o questionário, fotos e anexos relativos ao atendimento / visita.

“A ferramenta é focada em resultados. O ganho de produtividade da equipe de campo é de, pelo menos, 50%. Nosso plano é revolucionar a maneira de acompanhar e decidir sobre equipes externas no Brasil, fazendo com que o gestor tenha a tecnologia como a sua maior aliada”, finaliza o CEO. Este valor é reconhecido por milhares de clientes espalhados pelo país e pelo recebimento recente de aporte do fundo Criatec2 no valor de R$ 2,5 milhões.

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